01/03/2014 às 10h18min - Atualizada em 01/03/2014 às 10h18min

Cerca de 30% dos taxistas de Florianópolis devem parar o trabalho em protesto por morte de colega

Crime aconteceu na madrugada deste sábado, no início da manhã cerca de 200 motoristas se reuniram para buscas aos assaltantes

Diario Catarinense

A promessa é dos próprios taxistas, em protesto pelo assassinato de um colega. O crime aconteceu nesta madrugada e no início da manhã cerca de 200 motoristas de táxi se reuniram em carreata para buscas aos assaltantes.

Eles saíram por volta das 7h do Hospital Governador Celso Ramos, onde o colega estava internado, em direção à Vila Aparecida — local em que os assaltantes teriam se refugiado após crime. 

Segundo o taxista Osvanir Gonçalves, os motoristas foram em comitiva até lá para tentar o reconhecimento dos assaltantes ou que a comunidade denunciasse. A carreata continuou com um buzinaço pelas ruas do Centro e próximo das 9h houve reforço de trabalhadores de Palhoça e São José, que se juntaram ao protesto.

A vítima, Robson Tiago Andrade, tinha 30 anos e trabalhava em um ponto de táxi próximo ao Mercado Público, no Centro. Segundo relato dos colegas, era por volta das 3h quando um casal entrou no carro e solicitou ao motorista que o levasse até a Vila Aparecida. 

Quando estavam cruzando a ponte, em direção ao Continente, o assalto foi anunciado o taxista acabou esfaqueado. Ele chegou a ser encaminhado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no início desta manhã. 

O caso está sendo investigado por equipes da Delegacia de Homicídios da Capital. Até as 9h deste sábado os suspeitos não haviam sido identificados.

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